UMA FREGUESIA QUE NÃO EXISTE

NO PAPEL...
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

FALAR CLARO II

Vem este post a propósito de um comentário que recebi de um "freguês" anónimo, num outro post com o mesmo nome "Falar claro".
Fico pois, muito satisfeito por ver alguém com quem partilho tantas opiniões.
Diz o caro "freguês" que a parte social é a mais importante de toda a instituição, e diz bem!
Enquanto fiz parte das direcções do GDRL sempre foi essa a minha postura em relação a essa vertente. Aliás, não só minha como de todos os elementos que comigo fizeram parte dos órgãos directivos. Os dois presidentes com quem trabalhei, esses eram acérrimos dessa opinião.
E isso não acontece por acaso!
Acontece porque é realmente o trabalho social, muito mais que o desportivo, que nos concede o respeito de instituições como Juntas de Freguesia, Governo Civil , Centro Regional de segurança Social e Câmara Municipal. Sendo que com esta última está estabelecida uma parceria em que o GDRL presta serviços à edilidade.

Em boa verdade se pode dizer que neste meu espaço, eu dedico muito mais linhas à área desportiva. Mas várias foram as vezes em que "veio à baila" esta parte crucial da instituição.
Vamos então deixar de lado o desporto e falemos de outros temas que me endereçou este nosso interlocutor.
Compreendo cada uma das suas questões, mas algumas carecem de esclarecimentos adicionais.
Quando refere o investimento que a actual direcção fez nas obras e remodelações no edifício sede do clube (ATL, Creche), devo informar que a verba proveniente da Segurança Social, já havia sido contratualizada com a anterior direcção e que se me não engano rondaria os 20.000€.
O mesmo aconteceu com a recuperação do polidesportivo. Esses foram dinheiros que não se podem chamar de investimentos. O dinheiro veio para isso mesmo! Nem sequer poderia ser aplicado noutras coisas que não estas! Foram compromissos assumidos pela anterior direcção e não investimentos!

No que diz respeito ao parque automóvel, a história não difere muito.
As únicas responsabilidades da actual direcção na aquisição das duas carrinhas e do autocarro, foram tão somente o pagamento das últimas prestações do autocarro. Que segundo julgo, datam de Outubro de 2009. Ou seja, também aqui não houve qualquer investimento! Houve sim que cumprir com as obrigações a que a instituição estava obrigada, de forma a que nunca o bom nome do GDRL fosse posto em causa. Esse sempre foi o lema daquela casa.
Outra coisa não era de esperar, pois não me lembro de que um único fornecedor, tivesse de nos bater à porta, para pagar dívidas em atraso.
Ressalvo apenas a contenda entre o Clube e duas funcionárias, em que o primeiro acabou por ter de pagar uma indemnização (também no ano de 2009), que serviu de desculpa para os actuais problemas financeiros da instituição.
Mas, ainda a respeito do parque automóvel, tenho a certeza de que na altura em que foi feita a aquisição daquelas viaturas, a grande maioria dos associados deve ter pensado que era uma ideia megalómana. Hoje tenho a certeza de que foi uma das melhores decisões tomadas pelas direcções anteriores. Naquela altura, a velhinha FORD e as carrinhas do Sr Simão e do Sr José Alves já não davam conta de recado. Tal era, como diz o meu caro "freguês" o elevado número de atletas, bem como a falta de apoio que havia até então, para se fazerem deslocações com as crianças que frequentavam as várias valências da instituição.

Por fim, resta apenas dizer que muito mais há para dizer!
Mas ficará para outra altura!
Não pelo medo de represálias para com família e amigos que trabalham para a instituição, mas porque tentarei estar na próxima assembleia geral (quando souber a sua data tudo farei para me deslocar à Guarda), e aí sim! Gostaria de abordar alguns temas que este "freguês" anónimo tocou de forma superficial.

Aproveito uma vez mais para agradecer a todos aqueles que têm seguido a "Junta" e que contribuem com as suas ideias. Mesmo os que não concordam comigo.

O presidente da "Junta"

terça-feira, 16 de novembro de 2010

AINDA A ASSEMBLEIA GERAL


Recebi de um freguês uma questão acerca da Assembleia Geral do GDRL realizada na última sexta-feira.
Indaga este "Freguês" se não terá havido algo que se passou na mesma AG que mereça a minha atenção.
Pois bem, realmente não tenho muito a dizer, porque muito pouco sei do que se passou, já que não estive presente.
Quanto ao suposto pedido de demissão por parte do Presidente da Assembleia Geral, não posso confirmar nem desmentir pela mesma razão que evoquei no parágrafo anterior.
No entanto, a ser verdade essa intenção do Sr Presidente posso revelar-lhe qual o meu (e só meu) entendimento.
O artigo 16º dos estatutos do GDRL diz que "são órgãos da associação, a Assembleia Geral, a Direcção e o Conselho Fiscal."
No ponto 1 do artigo 19º dos mesmos estatutos esclarece-se que "Em caso de vacatura da maioria dos membros de cada órgão social, depois de esgotados os respectivos suplentes, deverão realizar-se no prazo máximo de um mês eleições parciais para o preenchimento das vagas verificadas e a posse deverá ter lugar nos trinta dias seguintes à eleição."
Devo referir que a Assembleia geral não tem suplentes, razão pela qual penso que a solução passará mesmo por uma eleição exclusiva para este órgão, sendo que segundo o ponto 2 do mesmo artigo 19º, os novos elementos sufragados estarão em funções com termo coincidente ao dos inicialmente eleitos.

O presidente da "Junta"

quinta-feira, 17 de junho de 2010

RESPOSTA A COMENTÁRIOS

Caro Pedro Fonseca, já deixei por várias vezes claro o que me liga ao GDRL, espero que não tenha qualquer dúvida do quanto gosto daquela casa.
Fico contente, ao saber de alguém que não sendo das Lameirinhas, tem esta aproximação tão vincada ao GDRL.

Sei que ao permitir alguma liberdade aos comentadores deste blogue, corro o risco de ser conotado como um "deita a baixo".
Acredite que não é fácil fazer a triagem dos comentários que recebo.
Posso adiantar-lhe que muito frequentemente não deixo passar algumas opiniões que não me sendo favoráveis, como a sua (no caso do Torres),pela simples razão de que se tornam completamente ofensivas, quer para mim quer para outros. Aliás, normalmente aqueles que teoricamente poderiam ser conotados como apoiantes das actuais politicas de gestão do clube, são os que mais vezes ficam a falar para o boneco. Isso não acontece por terem ideias diferentes das minhas, mas apenas pela forma como comentam . Tomem eles o seu exemplo e as coisas passam a ser diferentes.

Espero que compreenda que dar voz às minhas opiniões, coincidentes ou não com as de quem gere o GDRL, não significa ser "pro" ou "contra".

Faço hoje de cabeça erguida, o que muitos fizeram durante anos às escondidas. Falo para o bem e para o mal, digo sempre o que penso. Tenho a certeza de que não achará mal algum nisso.

Agradecido pela sua presença na "Freguesia"

O seu presidente, da "Junta" claro.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

CRESCER EM GRANDE

É verdade!
A "Freguesia das Lameirinhas" cresce em grande. A última novidade é que para além de um presidente aparece agora um "Secretário de Estado das Lameirinhas". Não tem qualquer publicação aqui na "Junta", mas o certo é que já deu os ares da sua graça.
Mas tendo em conta que por norma (para mim) um Secretário de Estado não passa de um pau mandado de um qualquer "Ministro" resolvi não dar seguimento ao comentário que me enviou para o post "Os coveiros dos Santos Populares parte II".
Não resisto no entanto em dizer-lhe que não condeno que a CMG, a Juntas de S. Vicente e da Sé, tudo façam para reactivar as Festas Religiosas de S. Vicente, que penso terem lugar em Setembro. Outra coisa é falar de eventuais apoios (repito, eventuais apoios) a serem dados pelas entidades referidas, numa organização das Festas dos Santos Populares naquele Bairro da Cidade. E sim, é para mim um acto de pura concorrência desleal para com o GDRL que sem a ajuda de nenhuma destas instituições, tem durante décadas garantido a tradição.
Mais ainda, fica o Sr Secretário a saber (se é que não sabe) que o GDRL começa todos os anos as festas com prejuízos, já que não tem qualquer garantia de que as receitas cubram as despesas.
Foi por isso com muito esforço, que o GDRL foi ao longo dos anos melhorando na qualidade de serviços, a aquisição do Palco é um bom exemplo.
Por outro lado, quando tenta responsabilizar o Staf e/ou Direcção, pelo afastamento dos foliões do "nosso S. João", devo apenas dizer-lhe que a Direcção actual tem um ano de funções, pelo que não vejo que responsabilidades poderá ter. Já em relação ao Staf que durante anos colaborou com o GDRL, posso garantir-lhe que não imagino a realização de tais Festas sem aqueles que de forma gratuita tanto têm dado com o seu contributo neste evento. Será que o caríssimo Secretário já alguma vez deu o corpo ao manifesto? Duvido!
Vou agora falar do último parágrafo do seu comentário. Esse, como saberá não vai ter a devida resposta, já que a insinuação ali feita só poderia ter um desfecho. Mas como já publiquei há uns meses o último post com a designação de "Filha da Putice" ficarei por aqui, mas não me tente...


O presidente da "Junta"

sábado, 5 de junho de 2010

AJTG

Porque a uma correcção sobre algo que aqui se escreva pela minha mão, se impõe o devido destaque, resolvi dar resposta ao comentário feito por Norberto Gonçalves (Presidente da AJTG), neste post.

Caro Presidente, espero que tenha compreendido que palavras que eu escreva neste meu espaço, são da minha inteira responsabilidade, não sendo pois o Grupo Desportivo e Recreativo das Lameirinhas tido nem achado para a elaboração do post "Temos Jogador".
Não fiz, nem era preciso fazer, parte dos elementos do GDRL que estiveram com a responsabilidade de organizar o encontro de dia 23-05-2010 nas Lameirinhas. Bastou-me enquanto participante, para constatar que não havia ninguém a representar a AJTG. E como eu, todos os outros participantes (infelizmente cada vez menos) tiveram essa oportunidade de verificar a vossa ausência.

Quando me fala das relações de proximidade entre a AJTG e o GDRL, sendo que não vejo que outra relação pudesse existir, já que a segunda é associada da primeira, não vejo porque razão deveria o GDRL questionar sobre as razões de tal falta de comparência da AJTG. Quando muito, seria a AJTG a justificar-se perante o Clube das Lameirinhas, facto que não sei se ocorreu, espero que sim.

Fui investigar no sentido de tentar saber quais os possíveis motivos de força maior que justificassem esta ausência e encontrei uma razão, que espero não seja a única. No mesmo fim de semana em que se realizaram os Jogos Tradicionais do GDRL, a AJTG participou no no 3º Encontro Nacional de Jogos Tradicionais de Cascais. E então? Foi a comitiva toda? Não restou ninguém para se fazer representar nos compromissos assumidos com os seu associados?
Quanto à questão da caução, devo efectivamente um pedido de desculpas à Associação que dirige, mas como sabe, durante anos essa era a prática corrente. Havia que pagar uma caução aquando do levantamento dos materiais (que não condeno). Ainda bem que as coisas mudaram, pena que nem tudo para melhor. Longe vão os tempos em que a AJTG se fazia representar nestes eventos com vários elementos dos seus órgãos sociais.

Com respeito e amizade, que sei, saber que lhe tenho.
Rui Carvalhinho