UMA FREGUESIA QUE NÃO EXISTE

NO PAPEL...
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quinta-feira, 28 de julho de 2011

LEITURA PRESIDENCIAL


"Mataram o Sidónio" foi a última obra que li deste Autor. Francisco Moita Flores presenteia-nos agora com uma sátira política tão actual que parece em alguns momentos ter sido escrita já posteriormente às ultimas eleições legislativas.

"De repente, o País ficou de sobrolho carregado. Zangado. A bancarrota revolveu os intestinos da política e entregou ao Povo um sarilho cheio de fome. A democracia, com a barriga cheia de teias de aranha, desatou a vomitar vermes. De testa franzida. Fazedores de milagres. Gente que perdeu a virtude do riso. Portugal transformou-se num protectorado alemão e Zé Francisco, velho anarquista, exilado em Paris, com os seus amigos de sempre, vindos de todos os lados da política, decidiram criar um novo partido político (PUN) dispostos a ganhar as próximas eleições."

Sou fã da escrita deste homem, no entanto não deixo de achar estranho que a determinada altura neste seu último livro ele se refira aos deputados da nação com este parágrafo:
:"...a noite obrigava-os a fazer pela vida como comentadores quer da rádio quer da televisão. Da política ao futebol comentavam tudo. O preço do petróleo, a crise política, as vicissitudes da transferência de um jogador brasileiro, o mau momento do Sporting..."
Esta minha estranheza deve-se ao facto de Moita Flores ser uma das pessoas que mais aparece na TV a comentar tudo e todos...

No cômputo geral, estou a gostar e a rir imenso com esta leitura.

O presidente da "Junta"

sábado, 7 de maio de 2011

LEITURA PRESIDENCIAL


Mais uma obra de um autor português. Luís Miguel Rocha. O mesmo autor de "O último Papa" e "Bala Santa", que já li.


Será que Jesus foi mesmo crucificado?
Terá tudo acontecido como a Bíblia descreve?

Na noite da sua eleição para o Trono de São Pedro, o Papa Bento XVI, como todos os seus antecessores, tem de ler um documento antigo que esconde o segredo mais bem guardado da História - a Mentira Sagrada.
Em Londres, um Evangelho misterioso na posse de um milionário israelita contém informações sobre esse segredo. Se cair nas mãos erradas pode revelar ao mundo uma verdade chocante.
Rafael, um agente do Vaticano, é enviado para investigar o Evangelho... e descobre algo que pode abalar não só a sua fé mas também os pilares da Igreja Católica.
Que segredos guardará o Papa? E que verdade esconde o misterioso Evangelho?


PS: Começo a ficar verdadeiramente preocupado com esta minha tendência para ler tudo o que questiona as "Verdades" da Igreja...

O presidente da "Junta"

sábado, 12 de março de 2011

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

LEITURA PRESIDENCIAL

A minha próxima leitura:


Se me não engano, esta é a sexta obra que leio de Daniel Silva.
Sou fã deste autor.


Seis meses após o dramático final de "Regras de Moscovo", Gabriel Allon regressa à lua-de-mel com Chiara e ao restauro de uma peça setecentista do Vaticano. Mas a sua paz é efémera. De Londres chega a notícia de que Grigori Bulganov, espião e desertor russo que lhe salvou a vida em Moscovo, desapareceu sem deixar rasto. Nos dias que se seguem, Gabriel e a sua equipa travarão um duelo mortal com Ivan Kharkov, um dos homens mais perigosos do mundo. Confrontado com a possibilidade de perder a coisa mais importante da sua vida, Gabriel será posto à prova de maneiras inconcebíveis até então. E nunca mais será o mesmo. Com um enredo surpreendente e um conjunto de personagens inesquecíveis, este é o "thriller" mais explosivo do ano e o melhor livro de Daniel Silva até à data.

O presidente da "Junta"

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

LEITURA PRESIDENCIAL


Sinopse
"A vida de José Branco mudou no dia em que entrou naquela aldeia perdida no coração de África e se deparou com o terrível segredo. O médico tinha ido viver na década de 1960 para Moçambique, onde, confrontado com inúmeros problemas sanitários, teve uma ideia revolucionária: criar o Serviço Médico Aéreo. No seu pequeno avião, José cruza diariamente um vasto território para levar ajuda aos recantos mais longínquos da província. O seu trabalho depressa atrai as atenções e o médico que chega do céu vestido de branco transforma-se numa lenda no mato. Chamam-lhe o Anjo Branco. Mas a guerra colonial rebenta e um dia, no decurso de mais uma missão sanitária, José cruza-se com aquele que se vai tornar o mais aterrador segredo de Portugal no Ultramar.
Inspirado em factos reais e desfilando uma galeria de personagens digna de uma grande produção, O Anjo Branco afirma-se como o mais pujante romance jamais publicado sobre a Guerra Colonial - e, acima de tudo, sobre os últimos anos da presença portuguesa em África."

Depois de: A Ilha das Trevas, O Codex 632, A filha do Capitão, A Fórmula de Deus, O Sétimo Selo, a Vida num Sopro e a Fúria Divina, volto à leitura deste autor Português com "O Anjo Branco".

O presidente da "Junta"

domingo, 5 de setembro de 2010

LEITURA PRESIDENCIAL

Na mesa de cabeceira:

João Tordo

Nasceu em Lisboa a 28 de Agosto de 1975, filho do cantor Fernando Tordo e de Isabel Branco, ligada ao cinema e mais tarde à moda. Formou-se em Filosofia e estudou Jornalismo e Escrita Criativa em Londres e Nova Iorque. Trabalha como guionista, depois de ter passado pelo jornalismo, tendo publicado, entre outros, n’ O Independente, Sábado, Jornal de Letras, ELLE e a revista Egoísta. Escreveu, em parceria, o guião para a longa-metragem Amália, a Voz do Povo (2008). Foi vencedor do prémio Jovens Criadores em 2001. Publicou três romances, “O Livro dos Homens Sem Luz” (2004), “Hotel Memória” (2007) e “As Três Vidas” (2009). Venceu o Prémio José Saramago 2009 com o romance “As Três Vidas”.

João Tordo é influenciado pela escrita de autores como Edgar Allan Poe, Herman Melville ou Dostoievski, e pela literatura policial e de mistério, construindo narrativas dentro de narrativas e absorvendo o leitor através da imersão emocional nas suas histórias. (Fonte Wikipédia)


O Bom Inverno:
«Quando o narrador – um escritor frustrado e hipocondríaco – se desloca a Budapeste para um encontro literário, está longe de imaginar até onde a literatura o pode levar. Planeando uma viagem rápida e sem contratempos, acaba por conhecer um escritor italiano mais jovem, mais enérgico e muito pouco sensato, que o convence a ir com ele até Sabaudia, em Itália, onde o famoso produtor de cinema Don Metzger reúne um leque de convidados excêntricos numa casa escondida no meio de um bosque.
Neste romance absorvente e magnificamente narrado, com alguns dos melhores diálogos da literatura portuguesa, João Tordo (…) coloca a sua arte ao serviço de uma história carregada de suspense, em que o amor e a literatura se misturam com sexo, crime e metafísica.»

segunda-feira, 19 de julho de 2010

LEITURA PRESIDENCIAL

O próximo:
Depois de "O Confessor", "A Mensageira", "O Assassino Inglês" e "a Marca do Assassino", chegou a vez de voltar à leitura de um dos meus autores preferidos, Daniel Silva.


A morte de um jornalista leva Allon à Rússia, onde descobre que, em termos das artes do ofício da espionagem, até mesmo ele tem alguma coisa a aprender. Agora, está a jogar segundo as regras de Moscovo. E na cidade existe uma nova geração de estalinistas que conspiram para reivindicar um império perdido e desafiar o domínio global de um velho inimigo: os Estados Unidos da América. Um desses homens é Ivan Kharkov, um antigo coronel do KGB que construiu um império de investimento global sobre os escombros da União Soviética. No entanto, escondido no interior desse império, está um negócio lucrativo e mortífero. Kharkov é um negociante de armas - e está prestes a entregar as armas mais sofisticadas da Rússia à al-Qaeda. A não ser que Allon consiga descobrir a hora e o local da entrega, o mundo irá assistir aos ataques terroristas mais mortais desde o 09 de Setembro - e o tempo está a passar muito depressa. Cheio de prosa rica e de reviravoltas na trama de cortar a respiração, o livro As Regras de Moscovo é simultaneamente um entretenimento superior, uma cáustica história exemplar sobre as novas ameaças que estão a aparecer no Leste - e o melhor romance de Silva até ao momento.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

LEITURA PRESIDENCIAL

Eis o livro que já se encontra em lista de espera:



MOITA FLORES DE VOLTA À LITERATURA COM UM GRANDE ROMANCE
O assassínio do Presidente da República Sidónio Pais, ocorrido em 1918, é um mistério. Apesar de a polícia ter prendido um suspeito, este nunca foi julgado. A tragédia ocorreu quando Lisboa estava a braços com a pneumónica, a mais mortífera epidemia que atravessou o séc. XX e, ainda, na ressaca da Primeira Guerra Mundial. A cidade estava exaurida de fome e sofrimento. É neste ambiente magoado e receoso que Sidónio Pais é assassinado na estação do Rossio em Dezembro de 1918.

O presidente da "Junta"

sexta-feira, 11 de junho de 2010

LEITURA PRESIDENCIAL

Terminada a leitura do "D. AMÉLIA" escrito por por Isabel Stilwell, livro que recomendo, e enquanto espero pela chegada do "Vivos ou Dinossauros" de António Almeida Santos, que já me foi prometido aqui na "Junta", vou então começar a ler uma obra de Yasunari Kawabata, um Japonês prémio Nobel de Literatura em 1968. "Terra de neve"

O presidente da "Junta"