Quando hoje telefonei para casa como faço todos os dias, fiz questão de não querer falar contigo Pai. Quis saber como estavas, claro! Mas não te quis falar. Prefiro fazê-lo amanhã, aproveitando que é o teu dia, Pai. Vou perguntar-te o que pergunto quase sempre, e vou mandar-te um beijo daqueles especiais.
Sei que por força das circunstâncias te vais esforçar por responder apenas sim, não, beijinhos, tá bem, pronto e adeus.
A admiração e orgulho que sinto por ti Pai, dir-te-ei pessoalmente quando for à "Freguesia".
Até porque não era necessário dizer-te Pai. Tu sabes disso.
Até amanhã Pai.
O teu filho presidente, da "Junta"
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Há 1 dia

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